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	<title>Instituto Maniva</title>
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	<description>Acreditamos que o alimento é mais do que a manutenção do corpo.</description>
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		<title>Slow Food inaugura escritório no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 19:28:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque Principal]]></category>

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		<description><![CDATA[O presidente e fundador do Slow Food, Carlo Petrini, esteve no Rio de Janeiro para anunciar os projetos para o Brasil a partir de 2012. A primeira novidade é que será inaugurado um escritório da associação italiana na cidade. Após dez anos de atuação no país, o movimento possu mais de mil associados, espalhados em  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente e fundador do Slow Food, Carlo Petrini, esteve no Rio de Janeiro para anunciar os projetos para o Brasil a partir de 2012. A primeira novidade é que será inaugurado um escritório da associação italiana na cidade. Após dez anos de atuação no país, o movimento possu mais de mil associados, espalhados em  27 grupos locais, chamados de <em>convivium. <span id="more-920"></span></em></p>
<p>Durante seis meses, a coordenadora para a América Latina, Lia Poggio, ficará no Rio para iniciar as operações. Petrini anunciou que fará um mapeamento da agricultura do Estado do Rio de Janeiro, com o intuito de conectar produtores e consumidores, valorizando a produção e a economia locais.    <a href="http://www.institutomaniva.org/wp-content/uploads/2012/01/slow_food_coluna1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-931" title="slow_food_coluna1.jpg" src="http://www.institutomaniva.org/wp-content/uploads/2012/01/slow_food_coluna1.jpg" alt="" width="231" height="150" /></a></p>
<p>A tarefa vai começar pelo circuito de feiras orgânicas. No Jardim Botânico, ao lado da barraca dos Ecochefs, a associaçãoi também terá uma. Todo sábado, um representante estará disponível para conversar sobre as iniciativas e atividades, além de angariar novos membros.</p>
<p>O presidente também comentou que muitos brasileiros têm se matriculado na Universidade de Ciências Gastronômicas, com sede em Bra, na Itália, criada pelo Slow. A ideia é que esses futuros gastrônomos retornem ao Brasil para aplicar os conhecimentos em projetos brasileiros. Para Petrini, não há tempo a perder, pois 2014  o movimento comemora  o Ano da Agricultura Familiar.</p>
<p>O pronunciamento foi feito durante um almoço oferecido pelo Maniva, no salão nobre do Clube Naval, no Centro. O menu foi assinado pela chef Teresa Corção, presidente do instituto. De entrada foi servido <em>Cuscuz amazônico com camarões</em>, feito com farinha d’água, de Bragança; o prato principal foi baby aipim, de Santa Cruz, com carne seca palha e creme de abóbora; e de sobremesa, pudim de bacuri. A refeição com ingredientes regionais combinou perfeitamente com o anúncio de Petrini, que considera o Brasil o celeiro do mundo.</p>
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		<title>Maniva conclui participação no projeto de farinha empaneirada</title>
		<link>http://www.institutomaniva.org/noticia/887</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 17:07:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Entre os dias 13 e 16 de janeiro, a chef Teresa Corção, presidente do Maniva, esteve na cidade de Bragança, no Pará,  com o objetivo de concluir o projeto “Seu Bené e Dona Maria: empreendedores na agricultura e professores de farinha”. Durante três anos, o instituto contou com o patrocínio do Banco Santander para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Entre os dias 13 e 16 de janeiro, a chef Teresa Corção, presidente do Maniva, esteve na cidade de Bragança, no Pará,  com o objetivo de concluir o projeto “Seu Bené e Dona Maria: empreendedores na agricultura e professores de farinha”. <span id="more-887"></span>Durante três anos, o instituto contou com o patrocínio do Banco Santander para resgatar a produção artesanal de farinha d&#8217;água empaneirada em cerca de 10 comunidades do município.</p>
<p>Foram formados 10 professores de paneiro (cesta de guarimã onde é<a href="http://www.institutomaniva.org/wp-content/uploads/2012/01/farinhadebraganca.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-927" title="farinhadebraganca" src="http://www.institutomaniva.org/wp-content/uploads/2012/01/farinhadebraganca.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a> embalada a farinha d&#8217;água), e 8 de cestaria para a confecção de  cestos, bolsas e chapéus, que serão responsáveis por manter a tradição.  Crianças e jovens se interessaram em aprender o ofício dos pais e dos avós.</p>
<p>Com a finalidade de dar um novo desdobramento ao projeto, o Maniva convidou o empresário paulista Leonardo Chiappetta, do empório Chiappetta, para conhecer a produção da farinha. A ideia é dar continuidade ao projeto por meio da comercialização em São Paulo. No Rio de Janeiro, já está à venda no restaurante O Navegador.</p>
<p>Chiappetta realiza um projeto com produtores e agricultores para valorizar o produto artesanal e vendê-lo  em  São Paulo. “Fiquei impressionado com o zelo, carinho e comprometimento com a recuperação da cultura da mandioca”, disse o empresário.  No emporium, comercializa mais de 25 tipos de frutas regionais desidratadas.</p>
<p>Os planos de Chiappetta agora é de firmar uma parceria como o Maniva para divulgar e comercializar a farinha d´água empaneirada, de Bragança, em suas duas lojas,  no Mercado Municipal e no Shopping Eldorado. Teresa Corção vai propor algumas receitas para serem feitas com o produto, entre elas, o Cuscuz Amazônico. Assim, o público terá opções de como preparar o produto.</p>
<p>O projeto teve apoio local, com a prefeitura e a Secretaria de Trabalho e Promoção Social (SEMTRAPS). A secretária Rosa Helena Oliveira destaca a presença do Maniva no município. “A comunidade bragantina jamais esquecerá o apoio do Maniva e do Banco Santander aos agricultores familiares da farinha empaneirada”. Segundo Helena, além de ter promovido a auto estima, ela reforça a importância de resgatar a cultura da farinha.</p>
<p>Muitos produtores já tinham desistido de fazer o produto e sua embalagem tradicional, a cesta, que mantém a crocância exata. Os mestres Bené e Maria, descobertos pelo Maniva, viajaram por vários municípios dispostos a reavivar a paixão pelo produto local. O resultado é visto na feira e mercados do Pará, onde a comercialização ganhou novo gás. A excelência gastronômica também fez a farinha de Bragança desembarcar no Rio e em São Paulo. Ganhou até um ponto de venda em uma boutique gourmet na internet, a <a href="http://www.bombayfoodservice.com.br/"><strong>Bombay.</strong></a></p>
<p>“Esse alimento ancestral não ficará somente na memória dos paraenses”, destaca Teresa. A chef, conta que ficou emocionada de entregar o “filho no mundo” e completou: &#8220;Esse projeto hoje corre nas minhas veias”. Na solenidade de encerramento do patrocínio do Santander, Teresa agradeceu ao casal Bené e Maria pelo empenho e a participação dedicada de novos agricultores e produtores que conheceu.  São eles: Tapinha, Carlito, Angelo, Noé, Isauro, Valmir, Manoel, Sebastião, Luiz Nazareno, Tio Paulo, Benedita, Dionice, Dalva, Creuza, Diocilene, Carmen, Ana, Ducirene, Maria Angelina, Pedro Henrique, Henrique Pedro e Jhonny. “Vocês são a riqueza da terra, o futuro dessa cultura do paneiro no Pará. Até breve! Contem sempre comigo!”, finalizou</p>
<p>Em junho, a chef Teresa retorna á cidade para receber o título de cidadania bragantina.</p>
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		<title>Deu mandioca o Ela Gourmet</title>
		<link>http://www.institutomaniva.org/noticia/870</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 15:31:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; A primeira edição de 2012 do carderno Ela Gourmet, suplemento mensal do caderno Ela, foi dedicado à mandioca. Teresa Corção falou sobre o baby aipim, descoberta feita em 2011, que agora está presente em vários restaurantes do Rio de Janeiro. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.institutomaniva.org/wp-content/uploads/2012/01/Maniva-capa-O-Globo-07.01.2012.jpg"><br />
</a><img class="alignright size-medium wp-image-896" style="border-style: initial; border-color: initial;" title="Maniva capa - O Globo - 07.01.2012" src="http://www.institutomaniva.org/wp-content/uploads/2012/01/Maniva-capa-O-Globo-07.01.2012-212x300.jpg" alt="" width="212" height="300" /><img class="alignright size-medium wp-image-895" title="Maniva - O Globo - 07.01.2012" src="http://www.institutomaniva.org/wp-content/uploads/2012/01/Maniva-O-Globo-07.01.2012-162x300.jpg" alt="" width="162" height="300" /></p>
<p>A primeira edição de 2012 do carderno Ela Gourmet, suplemento mensal do caderno Ela, foi dedicado à mandioca. Teresa Corção falou sobre o baby aipim, descoberta feita em 2011, que agora está presente em vários restaurantes do Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ecochefs participam de feira orgânica aos sábados</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 15:22:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todo sábado é dia de tapiocada na Feria Orgânica do Jardim Botânico. A cada semana, uma dupla de Ecochefs e estagiários da escola de gastronomia IBMR se revezam para preparar  tapiocas de cores e recheios variados. A renda é revertida para os projetos do Instituto Maniva na área de educação, cultura e agricultura.  A presença [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo sábado é dia de tapiocada na Feria Orgânica do Jardim Botânico. A cada semana, uma dupla de Ecochefs e estagiários da escola de gastronomia IBMR se revezam para preparar  tapiocas de cores e recheios variados. <span id="more-866"></span>A renda é revertida para os projetos do Instituto Maniva na área de educação, cultura e agricultura.  A presença dos chefs na feira desperta a curiosidade do público e além de vender as tapiocas, eles compartilham dicas e trocam receitas. A feira do Jardim Botânico também ficou mais animada. Ao invés do pastel de feira, tem tapioca orgânica.</p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>Feira Orgânica do Jardim Botânico<br />
Data: 10/12/2011<br />
Horáro: das 8h às 14h<br />
Endereço: Praça da Igreja São José da Lagoa,  Rio de Janeiro.</p>
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		<title>Ecochefs comemoram o Terra Madre Day em feira orgânica</title>
		<link>http://www.institutomaniva.org/noticia/844</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 07:41:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No próximo dia 10 de dezembro, o grupo formado pelos Ecochefs inaugura barraca na Feira Orgânica do Jardim Botânico, que funciona aos sábados. Teresa Corção, Flávia Quaresma, Joca Mesquita e Maria Victória estão escalados para esta primeira semana, quando será comemorado o Terra Madre Day. Além de fazerem oficina de tapioca orgânicas, os chefs-feirantes doarão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p id="internal-source-marker_0.94404461607337" dir="ltr">No próximo dia 10 de dezembro, o grupo formado pelos Ecochefs inaugura barraca na Feira Orgânica do Jardim Botânico, que funciona aos sábados. Teresa Corção, Flávia Quaresma, Joca Mesquita e Maria Victória estão escalados para esta primeira semana, quando será comemorado o Terra Madre Day. <span id="more-844"></span>Além de fazerem oficina de tapioca orgânicas, os chefs-feirantes doarão mudas de temperos para aqueles que levarem uma garrafa pet para acomodar o presentinho. A goma para fazer as tapiocas é da cooperativa de agricultores da Fazenda Santa Maria, em Rio Pardo de Minas, em Minas Gerais. Estão previstas várias atividades para crianças, das 8h às 14h.<span style="font-size: x-small;"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em sua terceira edição, o evento vai reunir mais de 100 mil pessoas em 110 países para uma &#8220;celebração global das culturais locais&#8221;, promovida pela associação Slow Food. Entre as ações estão previstas feiras gastronômicas, palestras, degustações e workshop.</p>
<p><strong>Sobre a rede Terra Madre/ Slow Food<br />
</strong></p>
<p>O Terra Madre é uma rede de pessoas empenhadas na criação de um modelo de produção e consumo de alimentos bons, limpos e justos.  Desde 2004 a rede se reúne a cada dois anos em Turim, na Itália, para discutir e compartilhar experiências e conhecimentos. Organizada em comunidades do alimento, a rede reúne agricultores, pescadores e produtores de alimentos com cozinheiros, docentes envolvidos em projetos de cantinas e hortas escolares, estudiosos, pesquisadores e especialistas, estudantes e jovens de modo geral.<strong>Serviço</strong></p>
<p>Feira Orgânica do Jardim Botânico<br />
Data: 10/12/2011<br />
Horáro: das 8h às 14h<br />
Endereço: Praça da Igreja São José da Lagoa</p>
<p><span style="font-size: x-small;"><strong><br />
</strong></span></p>
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		<title>Maniva realiza nona edição do Concurso de Recheio de Tapioca</title>
		<link>http://www.institutomaniva.org/noticia/842</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 18:20:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 01 de dezembro, o Instituto Maniva promove a nova edição do Concurso de Recheio de Tapioca, no Colégio Municipal Agostinho Neto, no Humaitá. O evento encerra as atividades da Oficina de Goma e Tapioca, realizada durante o ano letivo com alunos do Ensino Fundamental. Os finalistas apresentarão recheios para incrementar a tapioca. Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong></strong>No dia 01 de dezembro, o Instituto Maniva promove a nova edição do Concurso de Recheio de Tapioca, no Colégio Municipal Agostinho Neto, no Humaitá. O evento encerra as atividades da Oficina de Goma e Tapioca, realizada durante o ano letivo com alunos do Ensino Fundamental.<span id="more-842"></span></p>
<p>Os finalistas apresentarão recheios para incrementar a tapioca. Com a ajuda de chefs de cozinha, os concorrentes preparam na hora sua receita, que será avaliada por uma júri especializado, que tem como padrinho o chef Claude Troisgros. Quem também vai avaliar as criações dos pequenos cozinheiros é o jornalista Pedro Landim, editor de cultura do Jornal o Dia; e Cláudia Guerra, designer e proprietária da grife de uniformes San Chef.</p>
<p>Os três primeiros colocados, ganham uma visita para conhecer o funcionamento de um restaurante, além de livros e kits com aventais para incentivar a freqüência na cozinha. O evento começa a partir das 9h.</p>
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		<title>Projeto leva chefs de cozinha a escolas do Rio</title>
		<link>http://www.institutomaniva.org/noticia/835</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 17:33:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A TV Canção Nova exibiu reoortagem sobre a quarta edição do Chefs na Escola, que aconteceu no dia 22 de novembro, em Belford Roxo. Para assistir, clique aqui. &#160; &#160;&#160; &#160; &#160; &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A TV Canção Nova exibiu reoortagem sobre a quarta edição do Chefs na Escola, que aconteceu no dia 22 de novembro, em Belford Roxo.<span id="more-835"></span></p>
<p>Para assistir, <a href="http://www.webtvcn.com/video/chefs_cozinha_escolas_231111"><strong>clique aqui. </strong></a></p>
<p><object width="490" height="303" type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.webtvcn.com/player/v/11741367"><param name="movie" value="http://www.webtvcn.com/player/v/11741367" /><param name="allowScriptAccess" value="aways" /><param name="wmode" value="window" /><param name="loop" value="false" /><param name="menu" value="true" /><param name="allowFullScreen" value="true" /></object></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;<param name="movie" value="http://www.webtvcn.com/player/v/11741367" /><param name="allowScriptAccess" value="aways" /><param name="wmode" value="window" /><param name="loop" value="false" /><param name="menu" value="true" /><param name="allowFullScreen" value="true" />&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Teresa Corção e Joca Mesquista participam da quarta edição do chefs na Escola</title>
		<link>http://www.institutomaniva.org/destaque-principal/832</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 15:57:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Ciep 345 Y Juca Pirama, localizado em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, foi o quarto colégio da rede a receber o projeto “Chefs na Escola”, nesta terça-feira (23/11). Desta vez, dois chefs participaram do evento: Teresa Corção, que comanda há 30 anos a cozinha do restaurante “O Navegador”, e Joca Mesquita, que atualmente é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ciep 345 Y Juca Pirama, localizado em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, foi o quarto colégio da rede a receber o projeto “Chefs na Escola”, nesta terça-feira (23/11). Desta vez, dois chefs participaram do evento: Teresa Corção, que comanda há 30 anos a cozinha do restaurante “O Navegador”, e Joca Mesquita, que atualmente é diretor e chef executivo da empresa de consultoria gastronômica “Aguce Gastronomia”.<span id="more-832"></span></p>
<p>O projeto é uma iniciativa da Malagueta Comunicação, em parceria com a Coordenação de Alimentação Escolar da Secretaria de Estado de Educação e do Observatório da Educação CAPES/INEP &#8211; Núcleo Local NUTES/UFRJ. O evento visa proporcionar uma troca de experiências entre as merendeiras dos colégios e os chefs da gastronomia. Com isso, os alunos aprendem ao mesmo tempo sobre a importância de uma refeição escolar de qualidade, e ainda saboreiam um almoço feito por um chef de cozinha.</p>
<p>Muito atenciosa na preparação do prato, Teresa Corção disse estar feliz por ter a oportunidade de aplicar seus conhecimentos adquiridos como Chef de cozinha, de uma forma diferente.</p>
<p>- É muito importante esse projeto. Nós podemos proporcionar para o gosto desses estudantes uma refeição diferenciada do que eles estão acostumados, utilizando os mesmos alimentos consumidos por eles diariamente -, explicou Teresa.</p>
<p>Joca Mesquita afirmou que a troca de experiências que aconteceu durante o evento com as merendeiras foi muito produtiva. Para ele, o evento é importante também para valorizar o trabalho das funcionárias que trabalham na cozinha da escola.</p>
<p>- É uma troca muito grande, pois ao mesmo tempo que trazemos nossa experiência, também recebemos as delas. Com o evento, ajudamos a valorizar o trabalho dessas profissionais, que fazem parte diretamente do ensinamento dos alunos. Elas alimentam o corpo, enquanto os professores fornecem o conhecimento -, concluiu o chef.</p>
<p>Para a merendeira Angela Maria Fortunato, que trabalha há 15 anos no colégio, além de aprender novas coisas sobre a preparação de refeições, elas também aprenderam a reutilizar cascas de legumes.</p>
<p>- Usamos as cascas dos alimentos para fazer o molho, e vamos fazer isso mais vezes. Tenho certeza que os alunos vão adorar a comida de hoje -, disse a merendeira.</p>
<p>Antes do almoço, os estudantes participaram da atividade “Recriando a Merenda”, proposta pelo grupo de pesquisadores do Observatório da Educação- CAPES/INEP &#8211; Núcleo Local NUTES/UFRJ, e assistiram ao vídeo &#8220;Caminhos da Alimentação Escolar&#8221;.</p>
<p>O aluno Felipe Modesto da Silva, do 8º ano, aprovou o cardápio do dia (Escondidinho Coloridinho de carne com arroz, feijão e doce de abóbora como sobremesa).<br />
- A comida está ótima. Gostei também de aprender sobre a importância de uma boa alimentação para a nossa saúde. Nem minha mãe faz uma comida tão boa como essa -, brincou o aluno.</p>
<p><strong>Matéria publicada no site da Secretaria de Educação. Para conferir,<a href="http://www.rj.gov.br/web/seeduc/exibeconteudo?article-id=686023"> clique aqui. </a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Merendeiras aprendem como reaproveitar alimentos no IV Chefs na Escola</title>
		<link>http://www.institutomaniva.org/noticia/828</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 15:31:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A chef Teresa Corção foi a quarta convidada para cozinhar com as merendeiras do Ciep 345 Y Juca Pirama, em Belford Roxo, nesta última terça (22) no projeto educativo “Chefs na Escola: recriando a merenda”. A escolha da receita foi o Escondinho Coloridinho de carne moída coberta por creme de aipim com requeijão e ovos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A chef Teresa Corção foi a quarta convidada para cozinhar com as merendeiras do Ciep 345 Y Juca Pirama, em Belford Roxo, nesta última terça (22) no projeto educativo “Chefs na Escola: recriando a merenda”. A escolha da receita foi o Escondinho Coloridinho de carne moída coberta por creme de aipim com requeijão e ovos cozidos; e, de sobremesa, doce de abóbora com açúcar queimado com uma colher de catupiry.<span id="more-828"></span></p>
<p>O reaproveitamento de alimentos, um dos princípios que regem o grupo Ecochefs, da qual Teresa faz parte, tornou-se novidade para o trio de cozinheiras Ângela Maria Fortunato, Celia de Oliveira e Gilda Aparecida que regem o preparo de 450 refeições diariamente.</p>
<p>“As cascas dos legumes que foram usados no Escondidinho, serviram para fazer o caldo para temperar a carne moída”, afirma Gilda que trabalha há 10 anos como merendeira. Em comparação com os 15 anos de Ângela no comando da merenda do Ciep, além de aprender a usar as cascas, assume nunca ter participado de um evento cuja merenda fosse o foco na escola. “É uma forma de valorizar a nossa profissão”, afirma Ângela.</p>
<p>Reforçou o time, o chef Joca Mesquita, da consultoria Aguce Gastronomia, que falou da importância da compostagem quando viu as cascas dos ovos indo pro lixo. “ O alimento é retirado da terra, e lá deve ser o destino final dele, como um ciclo da vida, do nascimento à morte”, explica o chef.</p>
<p>Enquanto as panelas borbulhavam, a discussão do papel da alimentação escolar, fomentada pelo Observatório da Educação  (Nutes/UFRJ), fervilhava entre o grupo de crianças de 11 a 15 anos do Ensino Fundamental.  Os alunos sugeriram poder servirem-se a si mesmo e a contribuir com ideias para o cardápio, que é preparado por nutricionistas da  Coordenação de Alimentação Escolar do Estado do Rio de Janeiro. Ao todo 1.400 escolas recebem as sugestões de menu a cada mês.</p>
<p>E na hora do almoço, a aprovação do Escondidinho foi unânime. “Todos os ingredientes são conhecidos e simples, o que é diferente e novo para eles é a forma de preparo”, conta Teresa.</p>
<p>O projeto é idealizado pela Malagueta Comunicação e conta com apoio da Coordenação de Alimentação Escolar da Secretaria de Estado de Educação e do Observatório da Educação CAPES/INEP – Núcleo Local NUTES/UFRJ.</p>
<p><strong>Texto</strong>: Mariana Moraes<br />
<strong>Fonte: </strong>www.malaguetacomuniccao.com.br</p>
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		<title>A raiz do Brasil em debate</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 14:17:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[De 16 a 19 de novembro, mandioqueiros de todo o país se reúnem na décima quarta edição do Congresso da Mandioca na cidade de Maceió, em Alagoas. A chefe Teresa Corção participa do debate &#8220;Mandioca na gastronomia&#8221;. A mandioca é reverenciada como a raiz do Brasil, devido a sua predominância de Norte a Sul do país. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De 16 a 19 de novembro, mandioqueiros de todo o país se reúnem na décima  quarta edição do Congresso da Mandioca na cidade de Maceió, em Alagoas. A chefe Teresa Corção participa do debate &#8220;Mandioca na gastronomia&#8221;.</p>
<p><span id="more-704"></span>A mandioca é reverenciada como a raiz do Brasil, devido a sua predominância de Norte a Sul do país. De energia à farinha, sua utilização na indústria é versátil. Segundo o livro Delícias do Descobrimento, trata-se de uma espécie de personagem épica da alimentação brasileira. O ingrediente básico, onipresente e resistente e potente, muito antes da chegada dos portugueses já era matéria-prima para se extrair comida e bebida.  De 16 a 19 de novembro, mandioqueiros de todo o país se reúnem na décima quarta edição do Congresso da Mandioca na cidade de Maceió, em Alagoas.</p>
<p><a href="http://www.institutomaniva.org/wp-content/uploads/2011/11/mandioca270.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-728" title="mandioca270.jpg" src="http://www.institutomaniva.org/wp-content/uploads/2011/11/mandioca270.jpg" alt="" width="200" height="185" /></a></p>
<p>A novidade de 2011 é a realização da primeira Feira da Mandioca, que vai apresentar os avanço do setor. De oficinas de culinária, concurso gastronômico à destilaria de álcool e cachaça, a feira vai explorar as potencialidades na prática da mandioca. O Sebrae Nacional apresentará projetos desenvolvidos com agricultores familiares em oito Estados. Universidades, Ongs, empresas ligadas à mandiocultura participarão do evento.</p>
<p>Segundo o coordenador da feira, Regis Jackson, “o evento vai proporcionar o encontro de diversos segmentos econômicos e sociais; o conhecimento detalhado do grande potencial da mandioca, tanto no aspecto econômico, como na utilização na alimentação humana, animal e, principalmente, como sub-produto de diversos outros produtos através da utilização da fecula e do alcool”.</p>
<p>O congresso terá abertura do Ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), Afonso Florence. Dividido em cinco painéis, quatro mesas-redondas, duas conferências, entregas de prêmios, apresentação de trabalhos técnicos, visitas à agroindústrias e unidades produtivas de agricultura familiar no Município de Arapiraca, em Alagoas, a programação é robusta para integrar toda a cadeia produtiva.  Destaque para a participação do colombiano Bernard Ospina. Ele é presidente do Consórcio da América Latina e Caribe de apoio a investigação e desenvolvimento  da Mandioca (Clayuca, sigla em espanhol) e do Centro Internacional da Agricultura Tropical (CIAT, sigla em inglês).</p>
<p>Entre os temas abordados estão “Avanços Biotecnológicos”, “Tendências de consumo de alimentos no Brasil e oportunidades para a mandioca”e  “Mandioca como fonte de energia”.  Na mesa “Mandioca na Gastronomia”, a chef Teresa Corção, presidente do Instituto Maniva; a chef Margarida Nogueira, líder do convivum Slow Food-Rio; a nutricionista Neide Rigo, autora do blog Come-se; e Joselito Motta, da Embrapa Mandioca e Fruticultura debatem a situação atual e o cenário futuros.</p>
<p>Para Eloísio Lopes Junior, presidente da comissão organizadora, o desafio é que “a cadeia produtiva tenha uma nova postura e se insira em nova condição de mercado”.  Ele afirma que o produto é bom, mas não atinge o mercado. Para isso, propõe visibilidade, que vai além da farinha. “Meu objetivo é fazer com que um produto da mandioca saia desse congresso com uma marca nacional, e divulgá-lo para ver se a gente cria o hábito no brasileiro de comer um produto da mandioca, de fácil preparo, pelo menos uma vez por semana. Não adianta fazer pesquisa, desenvolver melhores práticas de produção, se não conseguirmos entrar no mercado e ter preço competitivo”, destaca.</p>
<p>O Congresso e a Feira são organizados pela Sociedade Brasileira de Mandioca (SBM) e pela Associação Brasileira dos Produtores de Amido de Mandioca (Abam). São esperados cerca de mil participantes de todo o país.</p>
<p>Nativa do sudoeste da Amazônia, a Manhiot Esculenta foi domesticada por índios tupis há mais de 5 mil anos, na vasta área do Alto Rio Madeira, de onde se espalhou pelo Brasil adentro atingindo o Paraguai, a Bolívia, o Peru e a Guiana. È ingrediente de polvilhos, bejus, tapiocas, tacacás, bebidas fermentadas,farinhas e medicamentos produzidos na região amazônica, certidão autêntica da origem brasileira.  A mandioca é uma das plantas mais importantes do mundo. Sustenta cerca de 500 milhões de pessoas na África, Ásia e América Latina. Recentemente, foi lançado o documentário Mandioca, Raiz do Brasil, que pode ser assistido pela internet http://irdeb.ba.gov.br/component/mediaz/media/view/2084 .</p>
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