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	<title>Instituto Maniva</title>
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	<description>Acreditamos que o alimento é mais do que a manutenção do corpo.</description>
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		<title>10º Centro de Alfabetização Tecnológica (CAE)</title>
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		<pubDate>Thu, 02 May 2013 18:46:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Instituto Maniva convida para o 10º Centro de Alfabetização Tecnológica (CAE). Neste encontro será abordada a questão das sementes crioulas, fundamentais para a diversidade, sustentabilidade e soberania alimentar dos povos. Compareça! A entrada é gratuita. &#160;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Instituto Maniva convida para o 10º Centro de Alfabetização Tecnológica (CAE). Neste encontro será abordada a questão das sementes crioulas, fundamentais para a diversidade, sustentabilidade e soberania alimentar dos povos. Compareça! A entrada é gratuita.</p>

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<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ecochefs Maniva realizam jantar em comemoração pelo Dia da Mandioca</title>
		<link>http://www.institutomaniva.org/noticia/1791</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Apr 2013 22:40:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.institutomaniva.org/wp-content/uploads/2013/04/hahahahahahhahahhahahahahhaha.jpg"><img class="size-medium wp-image-1793 aligncenter" alt="hahahahahahhahahhahahahahhaha" src="http://www.institutomaniva.org/wp-content/uploads/2013/04/hahahahahahhahahhahahahahhaha-279x500.jpg" width="279" height="500" /></a></p>
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		<title>Semana Mundial do Comércio Justo e Solidário acontece pela primeira vez no Brasil</title>
		<link>http://www.institutomaniva.org/noticia/1787</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 18:22:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Rio de Janeiro será a capital mundial do comércio justo de 26 a 31 de maio O Rio de Janeiro abrigará a Semana Mundial de Comércio Justo e Solidário promovida em conjunto pela Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes), pela Plataforma Brasileira de Comércio Justo (Faces do Brasil) e pela World Fair Trade Organization (WFTO), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b><i>Rio de Janeiro será a capital mundial do comércio justo de 26 a 31 de maio</i></b></p>
<p>O Rio de Janeiro abrigará a Semana Mundial de Comércio Justo e Solidário promovida em conjunto pela Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes), pela Plataforma Brasileira de Comércio Justo (Faces do Brasil) e pela World Fair Trade Organization (WFTO), de <b>26 a 31 de maio de 2013</b>. Na abertura do evento, o prefeito Eduardo Paes elevará a cidade do Rio de Janeiro à capital mundial do comércio justo e solidário durante a semana. Neste período acontecerão várias ações com o objetivo de apresentar, debater, estabelecer planos e plataformas do comércio justo, tais como o Festival Internacional de Comércio Justo e Solidário, em Copacabana, nos dias 30 e 31 de maio. Lá, cerca de 200 produtores, de 30 países e de todas as regiões do Brasil, venderão seus produtos para o varejo e participarão de rodada de negócios. “Promoveremos ainda seminário no Hotel Windsor Guanabara, e, a Semana Maniva de Gastronomia em alguns restaurantes da cidade”, conta Ana Asti, presidente do Faces do Brasil.</p>
<p>O Brasil foi escolhido pelos organizadores da WFTO, principal entidade do setor presente em 75 países com 450 organizações associadas, por ser o único país no mundo com política pública no gênero do Decreto No. 7358 de 27/11/2010, do Sistema Nacional de Comércio Justo e Solidário. A Semana Mundial de Comércio Justo e Solidário promoverá os princípios do movimento que envolve 2,5 milhão de pequenos produtores e trabalhadores de aproximadamente três mil organizações globais. Conceitos como criar oportunidades para pequenos produtores economicamente desfavorecidos, promover transparência nas relações comerciais, ter prática comercial justa e equitativa, não permitir o trabalho infantil ou forçado, garantir boas condições de trabalho e igualdade de gênero, capacitação, promoção do comércio justo e o respeito ao meio ambiente. Todos visam reduzir a pobreza ao promover os pequenos produtores.</p>
<p>Segundo o Coordenador Geral da <i>SENAES</i>, Haroldo Mendonca, o Brasil, pioneiro em políticas públicas neste setor, receberá um número enorme de representantes do mundo que conhecerá a experiência brasileira de economia solidária. “Durante o evento será a hora de dialogar com outras redes deste movimento, fazer intercâmbios e negócios com outros países”, comenta. De acordo com Rudi Dalvai, presidente do WFTO, a ideia de comércio justo foi criada de baixo para cima, a partir de experiências já existentes o que torna uma ferramenta sólida. Ele acredita que o Brasil seja o país que pode mostrar para o resto do mundo o que é economia solidária. “Não existe nenhum outro país que tenha esse assunto desenvolvido como no Brasil, onde pequenos agricultores, grupos de mulheres, entre outros, têm apoio do governo”, afirma.</p>
<p>A Semana Mundial de Comércio Justo é amparada pelo SEBRAE e conta ainda com o apoio do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Prefeitura do Rio de Janeiro, através da Secretaria Especial de Desenvolvimento Econômico Solidário (SEDES), do Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES), do Instituto Marista de Solidariedade, do Instituto Morro da Cutia de Agroecologia (IMCA), da Parceria Social e do Instituto Maniva.</p>
<p><b>Assessoria de comunicação:</b></p>
<p><b>Interação Rede de Comunicação</b></p>
<p>Andréa Fantoni (21) 2246-0552 / 9111-3328</p>
<p>Isabel Sena (21) 2246-0552 / 9511-3328</p>
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		<title>Representantes do Instituto Maniva participam de audiência pública sobre a Política Estadual de Agrotóxicos</title>
		<link>http://www.institutomaniva.org/noticia/1783</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 19:33:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao final do encontro, uma vitória: a votação do PL de agrotóxicos foi adiada    Na quarta-feira, 17 de Abril, a presidente e o vice-presidente do Instituo Maniva Teresa Corção e KK Soares, respectivamente, estiveram presentes na audiência pública sobre a Política Estadual de Agrotóxicos, promovida pela deputada Aspásia Camargo no plenário da Assembleia Legislativa do Estado do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><i>Ao final do encontro, uma vitória: a votação do PL de agrotóxicos foi adiada   </i></p>
<p>Na quarta-feira, 17 de Abril, a presidente e o vice-presidente do <b>Instituo Maniva</b> Teresa Corção e KK Soares, respectivamente, estiveram presentes na audiência pública sobre a Política Estadual de Agrotóxicos, promovida pela deputada Aspásia Camargo no plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. O objetivo da plenária foi discutir sobre projeto de Lei 2023/2013 que seria votado ontem, mas foi adiada, e que segundo a deputada pode ser prejudicial aos pequenos produtores. Neste sentido, representantes do executivo fluminense &#8211; incluindo a Secretaria de Agricultura e Pesca, autora do PL, lideranças e autoridades das áreas agrícola e de saúde, ONGs, entre outros, propuseram a consolidação de propostas para serem incorporadas ao projeto do Governo.</p>
<p>Teresa Corção chamou atenção para a importância de educar a população para o consumo de produtos orgânicos que segundo ela, em algumas situações, têm preços até mais acessíveis. O Ecochef KK discursou: “O Instituto Maniva, bem como outros organismos tecnicistas, ou mesmo, simplesmente práticos ou objetivos, pelejam pelas feiras orgânicas do circuito carioca, pelas escolas de gastronomia, pelos restaurantes e hotéis, pelejam com modelos de comércio justo junto aos produtores, e pelejam pelas comunidades criando e fortalecendo oportunidades da pratica limpa dos alimentos orgânicos e agroecológicos, provendo saúde às pessoas. Pensamos que a bases produtivas orgânicas e agroecológicas devem ser fortalecidas por rede e organizações da agricultura familiar, latentes e potentes para atender mercados institucionais e privados. A produção familiar orgânica ou agroecológica no Rio de Janeiro quer, pode e vai alimentar as suas bocas com alimento bom para as famílias, limpo para as pessoas e justo para o sistema econômico. Enfim, digo que o Instituto Maniva é agente de mudanças no contexto sócio-ambiental-econômico do alimento saudável, o alimento sustentável” disse ele.</p>
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		<title>Ecochefs Maniva realizam coquetel para a Semana Mundial do Comércio Justo no Rio de Janeiro</title>
		<link>http://www.institutomaniva.org/noticia/1773</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 19:34:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Ecochefs Maniva assinarão o coquetel de abertura da Semana Mundial de Comércio Justo que acontecerá pela primeira vez no Brasil de 26 a 31 de maio de 2013, com a participação de representantes de 34 países. O evento será no restaurante O Navegador, no dia 27 de maio. Promovido pela World Fair Trade Organization [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os <b>Ecochefs Maniva </b>assinarão o coquetel de abertura da Semana Mundial de Comércio Justo que acontecerá pela primeira vez no Brasil de <b>26 a 31 de maio de 2013</b>, com a participação de<b> </b>representantes de 34 países. O evento será no restaurante O Navegador, no dia 27 de maio. Promovido pela World Fair Trade Organization (WFTO), principal entidade do setor, a ação acontece de dois em dois anos, nos países que têm representantes de todas as partes do globo. Segundo a Ana Asti, presidente da WFTO no Brasil acontecerão eventos paralelamente, como a Semana Maniva de Gastronomia, o Festival Internacional de Comércio Justo e Solidário, em Copacabana, além de seminário sobre temas afins, que inclui rodada de negócios.</p>

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<p>De acordo com a Comissão de Eventos do Instituto Maniva, para o coquetel no restaurante O Navegador, será criado um ambiente descontraído, com a exposição dos produtos do comércio justo.  Os insumos escolhidos pelas dez duplas formadas por 20 Ecochefs, são oriundos de pequenos produtores, tais como a pimenta rosa, creme de pequi, castanha do Pará, castanha de baru, café orgânico, queijo de cabra, tapioca, produtos do circuito das Feiras Orgânicas da Associação de Agricultores Biológicos do Estado do Rio de Janeiro (ABIO). “Vamos receber os produtores, compradores, representantes institucionais e consumidores finais, pessoas que fazem o elo da cadeia produtiva nesta “festa” do Comercio Justo”, &#8211; fala Marcelo Scofano.</p>
<p>Estarão no cardápio <i>Bruschetta de cabra com abobrinha marinada no p</i><i>ã</i><i>o de centeio com passa de caqui e castanha de baru</i>, <i>Chips de mandioca com conserva de maxixe, hibiscos e brotinho de r</i><i>ú</i><i>cula</i>, <i>Escondidinho de car</i><i>á</i><i> com frango e pequi</i>, <i>Tabuleiro de farinha de peixe e mandioca ralada na aroeira</i>, Baião <i>de dois de arroz vermelho com feij</i><i>ã</i><i>o azuki e maxixe de Badar</i><i>ó</i>. Os convidados poderão se servir em de estações de tapiocas doces.</p>
<p>O Instituto Maniva tem como missão promover a herança e soberania alimentar, e a biodiversidade agrícola do Brasil. Articular de forma sustentável o encurtamento da cadeia produtiva do alimento, aproximando e conscientizando quem produz e quem consome. Os <b>Ecochefs</b> Maniva fazem parte da diretoria da instituição. São eles: Ana Carolina Portella, Ana Maria Pedrosa, Ana Ribeiro, Ana Salles, Bia Lopes, Ciça Roxo, Claude Troisgros, Claudio Lourenço, Flávia Quaresma, Frederic De Maeyer, Jan Santos, Joca Mesquita, Kátia Barbosa, Leonardo Araújo, Marcelo Scofano, Osvaldo Gorski, Pedro Artagão, Rafael Costa e Silva, Teresa Corção e Thomas Troisgros.</p>
<p>Em breve divulgaremos notícias sobre a Semana Maniva de Gastronomia. Aguardem!</p>
<p><b>Assessoria de comunica</b><b>çã</b><b>o: </b><b></b></p>
<p><b>Intera</b><b>çã</b><b>o Rede de Comunica</b><b>çã</b><b>o </b><b></b></p>
<p><b>www.redeinteracao.net.br </b><b></b></p>
<p>Andréa Fantoni (21) 2246-0552 / 9111-3328</p>
<p>Isabel Sena (21) 2246-0552 / 9511-3328</p>
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		<title>Chefes de cozinha da alta gastronomia carioca, como Teresa Corção, incentivam a produção do aipim em Santa Cruz</title>
		<link>http://www.institutomaniva.org/noticia/1758</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Apr 2013 23:23:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Já é época de colheita em Santa Cruz. E não só de aipim, mas também de informações de incentivo à produção no bairro. Uma tarefa que os &#8220;ecochefes&#8221; da alta gastronomia carioca, como Teresa Corção, têm feito na Associação Rural Nipo Brasileira de Santa Cruz, a colônia japonesa que enfrenta vários problemas no cultivo. Como [...]]]></description>
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<p>Já é época de colheita em Santa Cruz. E não só de aipim, mas também de informações de incentivo à produção no bairro. Uma tarefa que os &#8220;ecochefes&#8221; da alta gastronomia carioca, como Teresa Corção, têm feito na Associação Rural Nipo Brasileira de Santa Cruz, a colônia japonesa que enfrenta vários problemas no cultivo.</p>
<p><strong>Como conheceu o baby aipim produzido em Santa Cruz?</strong></p>
<p>Os agricultores arrancaram o aipim da terra e me mostraram uns grandes. Reparei nos pequeninos, presos ao caule. Mostrei para eles, que riram muito e me falaram que os jogavam fora. Colhemos e cozinhamos. E vimos que era uma delícia! Levei para o Claude Troisgros (chefe de cozinha renomado) que, por sua vez, levou para o festival Gastronomika, em San Sebastian, na Espanha. Do lixo ao luxo em meses.</p>
<p><strong>Como os chefs estão ajudando os agricultores?</strong></p>
<p>Somos chamados para ajudar a pensar saídas para que não acabe a atividade agrícola, já em sério risco de extinção na região. A prefeitura não reconhece essa atividade agrícola no bairro.</p>
<p><strong>Como está essa relação com os produtores?</strong></p>
<p>Eles são necessários. A atividade tem valor, e eles têm motivos para se orgulhar da profissão. Não há chefe sem agricultor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais: <a href="http://extra.globo.com/noticias/rio/zona-oeste/chefes-de-cozinha-da-alta-gastronomia-carioca-como-teresa-corcao-incentivam-producao-do-aipim-em-santa-cruz-8030160.html#ixzz2PuvFa3yx">http://extra.globo.com/noticias/rio/zona-oeste/chefes-de-cozinha-da-alta-gastronomia-carioca-como-teresa-corcao-incentivam-producao-do-aipim-em-santa-cruz-8030160.html#ixzz2PuvFa3yx</a></p>
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		<item>
		<title>Gastronomia sustentável é debatida na CNC</title>
		<link>http://www.institutomaniva.org/noticia/1752</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 15:14:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Alimentos orgânicos em bares e restaurantes do Brasil – sejam em hotéis ou não. Isto seria o ideal pensando de forma sustentável, mas ainda não será agora que os estabelecimentos servirão comidas 100% livres de agrotóxicos. A afirmação é da chef Teresa Corção, diretora de Sustentabilidade do Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes do [...]]]></description>
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</a>

<p>&nbsp;</p>
<p>Alimentos orgânicos em bares e restaurantes do Brasil – sejam em hotéis ou não. Isto seria o ideal pensando de forma sustentável, mas ainda não será agora que os estabelecimentos servirão comidas 100% livres de agrotóxicos. A afirmação é da chef Teresa Corção, diretora de Sustentabilidade do Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes do Rio de Janeiro (SindRio), presidente do Instituto Maniva e chef e proprietária do restaurante “O Navegador”, que trabalha com saladas 100% orgânicas produzidas por agricultores do Estado do Rio.</p>
<p>“A produção nacional ainda é muito pouca para comportar um estabelecimento comercial”, lamenta.</p>
<p>Teresa esteve na noite de quarta-feira (03/04) participando do debate do Conselho de Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Em sua explanação, a chef apresentou o trabalho feito à frente do Instituto Maniva, ONG fundada em 2007 e que conta com chefs de peso como parceiros, entre eles o midiático Claude Troisgros.</p>
<p>“Sustentabilidade na gastronomia é promover uma relação de quem produz e quem consome”, explica a chef. “Antes de um restaurante passar para o consumidor alimentos orgânicos, ele deve fazer o dever de casa, entender a importância, os benefícios, para então poder oferecer aos seus clientes”, ensina a chef.</p>
<p>Para uma plateia formada em sua maioria por representantes de associações ligadas à gastronomia e por conselheiros da CNC, Teresa Corção ensinou que ser ecologicamente sustentável é respeitar os alimentos e suas características, independente da pessoa ser vegetariana ou comer carnes vermelha ou branca, por exemplo.</p>
<p>Segundo a chef, o brasileiro precisa fazer uma reeducação alimentar. Ela lembra que segundo o Ministério da Saúde, mais de 50% da população nacional está acima do peso. A mesma pesquisa aponta ainda que um em cada seis brasileiros é considerado obeso. “A globalização trouxe coisas boas e ruins. Na parte alimentar o lado negativo são os restaurantes fast food”, diz a chef.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: www.panhoteis.com.br/noticia-hotelaria-gastronomia-profisssional/hotelaria/gastronomia-sustentavel-e-debatida-na-cnc_86986.html#.UV2Jl6KyAaA</p>
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		<title>Nossa Ecochef Ciça Roxo ensina para o Alternativa Saúde &#8211; GNT uma receita que promete aliviar qualquer ressaca!</title>
		<link>http://www.institutomaniva.org/noticia/1731</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2013 19:34:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É o Ceviche de Robalo com Cone de Couve Recheado com uma Saladinha de Arroz Negro. Todos os ingredientes vieram direto da Feira Orgânica do Jardim Botânico! =D Assista: http://globotv.globo.com/gnt/alternativa-saude/t/todos-os-videos/v/receitas-para-aliviar-a-ressaca/2388230/]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É o Ceviche de Robalo com Cone de Couve Recheado com uma Saladinha de Arroz Negro. Todos os ingredientes vieram direto da Feira Orgânica do Jardim Botânico! =D</p>

<a href="http://www.institutomaniva.org/wp-content/gallery/material/482858_495704923808908_92183112_n.jpg" title="" class="shutterset_singlepic831" >
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<p>Assista: <a href="http://globotv.globo.com/gnt/alternativa-saude/t/todos-os-videos/v/receitas-para-aliviar-a-ressaca/2388230/" target="_blank" rel="nofollow nofollow">http://globotv.globo.com/<wbr />gnt/alternativa-saude/t/<wbr />todos-os-videos/v/<wbr />receitas-para-aliviar-a-res<wbr />saca/2388230/</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O futuro dos índios: entrevista com Manuela Carneiro da Cunha</title>
		<link>http://www.institutomaniva.org/noticia/1728</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2013 19:32:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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		<guid isPermaLink="false">http://www.institutomaniva.org/?p=1728</guid>
		<description><![CDATA[Por Guilherme Freitas Muitas vezes vistos como &#8220;atrasados&#8221; ou como entraves à expansão econômica, os povos indígenas apontam, com seus saberes e seu modo de se relacionar com o meio ambiente, um caminho alternativo para o Brasil, diz a antropóloga Manuela Carneiro da Cunha, que lança coletânea de ensaios sobre o tema. Em “Índios no Brasil: [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Guilherme Freitas</p>
<p>Muitas vezes vistos como &#8220;atrasados&#8221; ou como entraves à expansão econômica, os povos indígenas apontam, com seus saberes e seu modo de se relacionar com o meio ambiente, um caminho alternativo para o Brasil, diz a antropóloga Manuela Carneiro da Cunha, que lança coletânea de ensaios sobre o tema. Em “Índios no Brasil: História, direitos e cidadania” (Companhia das Letras), ela reúne trabalhos das últimas três décadas sobre temas como a demarcação de terras e as mudanças na Constituição. Nesta entrevista, a professora da Universidade de Chicago, convidada pelo governo federal para desenvolver um estudo sobre a relação entre os saberes tradicionais e as ciências, critica o ‘desenvolvimentismo acelerado’ da gestão Dilma e defende ‘um novo pacto’ da sociedade com as populações indígenas.</p>
<p>“Índios no Brasil” é uma compilação de textos publicados desde o início da década de 1980. Ao longo desse período, quais foram as principais mudanças no debate público brasileiro sobre as populações indígenas?</p>
<p>Eu colocaria como marco inicial o ano de 1978, ano em que, em plena ditadura, houve uma mobilização sem precedentes em favor dos direitos dos índios. Na época, o Ministro do Interior, a pretexto de emancipar índios de qualquer tutela, queria “emancipar” as terras indígenas e colocá-las no mercado. O verdadeiro debate centrava-se no direito dos índios às suas terras, um princípio que vigorou desde a Colônia. Nesse direito não se mexia. Mas desde a Lei das Terras de 1850 pelo menos, o expediente foi o mesmo: afirmava-se que os índios estavam “confundidos com a massa da população” e distribuía-se suas terras. Em 1978, tentou-se repetir essa mistificação. A sociedade civil, na época impedida de se manifestar em assuntos políticos, desaguou seu protesto na causa indígena. Acho que o avanço muito significativo das demarcações desde essa época teve um impulso decisivo nessa mobilização popular. Outro marco foi a Assembleia Constituinte, dez anos mais tarde. O direito às terras tendo sido novamente proclamado e especificado, o debate transferiu-se para o que se podia e não se podia fazer nas terras indígenas, e dois temas dominaram esse debate: mineração e hidrelétricas. Muito significativa foi a defesa feita pela Coordenação Nacional dos Geólogos de que não se minerasse em áreas indígenas, que deveriam ficar como uma reserva mineral para o país. Desde essa época, as mudanças radicais dos meios de comunicação disseminaram para um público muito amplo controvérsias como a que envolve por exemplo Belo Monte e hidrelétricas no Tapajós, e situações dramáticas como as dos awá no Maranhão ou dos kaiowá no Mato Grosso do Sul. Creio que a maior informação da sociedade civil mudou a qualidade dos debates. Um tema novo de debates surgiu com a Convenção da Biodiversidade, em 1992, o dos direitos intelectuais dos povos indígenas sobre seus conhecimentos. E finalmente, com a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), está se debatendo a forma de colocar em prática o direito dos povos indígenas a serem consultados sobre projetos que os afetam.</p>
<p>Você observa que a população indígena no país aumentou de 250 mil pessoas, em 1993, para 897 mil, segundo o Censo de 2010. A que pode ser atribuído esse aumento? As políticas de demarcação de terras e promoção dos direitos indígenas têm correspondido a ele?</p>
<p>O grande aumento da população indígena se deu no período de 1991 a 2000. Entre 2000 e 2010, o aumento foi proporcionalmente menor do que na população em geral. Só uma parcela desse crescimento pode ser atribuído a uma melhora na mortalidade infantil e na fertilidade. O que realmente mudou é que ser índio deixou de ser uma identidade da qual se tem vergonha. Índios que moram nas cidades, em Manaus por exemplo, passaram a se declarar como tais. E comunidades indígenas, sobretudo no Nordeste, reemergiram. Mas, contrariamente ao que se pode imaginar (e se tenta fazer crer), essas etnias reemergentes não têm reclamos de terras de áreas significativas.</p>
<p>Como avalia a atuação do governo da presidente Dilma Rousseff em relação às populações indígenas, diante das críticas provocadas pela Portaria 303 (que limitaria o usufruto das terras indígenas demarcadas) e o novo Código Florestal, por exemplo?</p>
<p>O Executivo tem várias faces: seu programa de redistribuição de renda está sendo um sucesso; mas seu desenvolvimentismo acelerado atropela outros valores básicos. Além disso, o agronegócio só tem aumentado seu poder político, o que desembocou no decepcionante resultado do aggiornamento do Código Florestal em 2012. O governo tentou se colocar como árbitro, mas ficou refém de um setor particularmente míope do agronegócio, aquele que não mede as consequências do desmatamento e da destruição dos rios. A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência e a Academia Brasileira de Ciências, em vários estudos enviados ao Congresso e publicados, apresentaram as conclusões e recomendações dos cientistas. Foram ignoradas. Agora acaba de sair um estudo do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia) que reitera e quantifica uma das recomendações centrais desses estudos. Para atender à demanda crescente de alimentos, a solução não é ocupar novas terras, e sim aumentar a produtividade, particularmente na pecuária, responsável pela ocupação de novos desmatamentos. O governo tem um papel fundamental a desempenhar: cabe a ele estabelecer segurança, regularizando o caos que hoje reina na titulação das terras no Brasil. Basta ver que, como se noticiou há dias, as terras tituladas no Brasil ultrapassam as terras que realmente existem em área equivalente a mais de dois estados de São Paulo. Um cadastro confiável é perfeitamente possível, é preciso vontade política para alcançá-lo. Você perguntou especificamente pela Portaria 303/2012, da Advocacia Geral da União, que pretende abusivamente estender a todas as situações de terras indígenas as restrições decididas pelo STF para o caso complicadíssimo de Raposa Serra do Sol em Roraima. Ela é mais um sintoma de tendências contraditórias dentro do Executivo, que, por um lado, conseguiu “desintrusar” pacificamente uma área xavante, mas, por outro lado, admite uma portaria como essa. Ela é um absurdo, e não é à toa que foi colocada em banho-maria pelo governo. Foi suspensa, mas não cancelada… A própria Associação Nacional dos Advogados da União pediu em setembro sua revogação e caracterizou sua orientação como “flagrantemente inconstitucional”. Essa portaria também fere pelo menos quatro artigos da Convenção 169 da OIT, da qual o Brasil é signatário.</p>
<p>Em um ensaio da década de 1990, você já falava sobre a disputa por recursos minerais e hídricos em áreas indígenas. Acredita que essas disputas estão mais acirradas hoje?</p>
<p>Já na Constituinte, em 1988, esses dois temas foram centrais. Chegou-se a um compromisso, que estipulava condições para acesso a esses recursos: ouvir as comunidades afetadas e autorização do Congresso Nacional (artigo 231 parágrafo 3). A disputa não mudou, mas o ambiente político atual favorece uma nova ofensiva da parte dos que nunca se conformaram. E assim surgem novas investidas no Congresso: projetos de lei para usurpar do Executivo a responsabilidade da demarcação das terras e para abrir as áreas indígenas à mineração. Por sua vez, Belo Monte foi enfiado goela abaixo de modo autoritário: o Executivo atropelou a consulta prévia, livre e informada a que os índios têm direito, e não foram cumpridas condicionantes essenciais acordadas, por exemplo no tocante ao atendimento à saúde indígena.</p>
<p>No ensaio sobre a política indigenista do século XIX, você mostra como naquele momento se consolidou uma visão dos índios como povos “primitivos” que teriam por destino serem incorporados ao “progresso” ocidental. Até que ponto essa ideia persiste hoje?</p>
<p>Essa visão está cada vez mais obsoleta: a noção triunfalista de um progresso medido por indicadores como o PIB é hoje seriamente criticada. Valores como sustentabilidade ambiental, justiça social, desenvolvimento humano e diversidade são parte agora do modo de avaliar o verdadeiro progresso de um país. Por outra parte, no século XIX, positivistas e evolucionistas sociais puseram em voga a ideia de uma marcha inexorável da História: qualquer que fosse a política, os índios estariam fadados ao desaparecimento, quando não simplesmente físico, pelo menos social. Essa também é uma falácia que a História ela própria desmistificou: os índios, felizmente, estão aqui para ficar. A História não se faz por si, são pessoas que fazem a História, e seus atos têm consequências. Usa esse entulho ideológico quem carece de argumentos.</p>
<p>No ensaio “O futuro da questão indígena”, você defende a necessidade de “um novo pacto com as populações indígenas” e aponta a “sociodiversidade” como “condição de sobrevivência” para o mundo. Como define “sociodiversidade”, e o que seria esse “novo pacto”?</p>
<p>O Brasil não é só megadiverso pela sua grande diversidade de espécies, ele também é megadiverso pelas sociedades distintas que abriga. Segundo o censo do IBGE de 2010, há 305 etnias indígenas no Brasil, que falam 274 línguas. Essa sociodiversidade é, segundo Lévi-Strauss, um capital inestimável de imaginação sociológica e uma fonte de conhecimento. Um mundo sem diversidade é um mundo morto. E quanto ao pacto com as populações indígenas que evoco, trata-se do seguinte: os índios que conservaram a floresta e a biodiversidade até agora (basta ver como o Parque Nacional do Xingu é uma ilha verde num mar de devastação) estão sujeitos a grandes pressões de madeireiras e de vários outros agentes econômicos. Nada garante, se as condições não mudarem, que possam continuar nesse rumo. Para o Brasil, que precisa com urgência de um programa de conservação da floresta em pé, um pacto com as populações indígenas para esse fim seria essencial.</p>
<p>Na Rio+20, você participou de um painel sobre as contribuições dos saberes indígenas para as ciências. O que pode ser feito para possibilitar esse diálogo?</p>
<p>O conhecimento das diversas sociedades indígenas pode continuar a trazer contribuições da maior relevância para temas como previsão e adaptação a mudanças climáticas, conservação da biodiversidade, ecologia, substâncias com atividade biológica, substâncias com possíveis usos industriais e muitos outros. Isso já está reconhecido e posto em prática no âmbito da Convenção pela Diversidade Biológica e no Painel do Clima, por exemplo. Poder-se-ia pensar que bastaria recolher essas informações e usá-las na nossa ciência quando úteis. Mas há outra dimensão importante desses saberes, que é seu modo específico de produzir conhecimento. Essa diversidade nos permite pensar diferentemente, sair dos limites de nossos axiomas. Não se trata, como fazem certos movimentos new age, de atribuir um valor superior aos conhecimentos tradicionais; não se trata de aderir a eles. Tampouco se trata de assimilá-los e diluí-los na ciência acadêmica. A importância de modos de conhecimento diferentes é nos fazer perceber que se pode pensar de outro modo. Foi abandonando um único postulado de Euclides que Lobatchevski e Bolayi viram de modo inteiramente novo a geometria. Por isso o diálogo dos diferentes sistemas de conhecimentos entre si e com a ciência deve preservar a autonomia de cada qual. O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, via CNPq, encomendou-me um estudo para lançar as bases de um novo diálogo entre ciência e sistemas de conhecimentos tradicionais. Não é simples. Mas desde já sabemos que isso implicará formas institucionais que empoderem os vários parceiros. Um projeto-piloto que está sendo planejado nesse contexto responde a uma das diretrizes da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) que faz parte do Tratado sobre Recursos Fitogenéticos. Trata-se da conservação da diversidade agrícola de cultivares de mandioca, sob a condução de populações indígenas do Rio Negro. A escolha não é por acaso. As agricultoras do médio e do alto Rio Negro conseguiram manter, criar e acumular centenas de variedades de mandioca.</p>
<p>Como interpreta mobilizações populares recentes em torno de causas indígenas, como aconteceu em favor dos guarani kaiowá?</p>
<p>Acho salutares essas mobilizações que, como já disse, são fruto de uma nova era na informação. Diante do recuo político nas questões ambiental, indígena e quilombola, há vozes que se levantam com indignação. A situação trágica dos guarani kaiowá, pontuada por suicídios de jovens, é emblemática do absurdo que seria a aplicação da Portaria 303/2012. Uma ampliação mais do que justa de suas terras — já que as que lhes garantiram não correspondem ao que determina o artigo 231 da Constituição — levaria a colocar em risco as poucas terras que têm. Os suicídios kaiowá atingem cada um de nós: somos todos kaiowá.</p>
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		<title>Pedrão Artagão é o novo Ecochef Maniva</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2013 19:24:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pedro Artagão, sócio e chef do restaurante Irajá Gastrô, em Botafogo, é o mais novo membro da equipe. Conheça um pouco mais do perfil dele: &#160; Pedro Criança, passava os dias na padaria da família, a Oficina do Pão, criando bonequinhos com os miolos que eram descartados. Aos 16, fazia tortas deliciosas para vender – [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro Artagão, sócio e chef do restaurante Irajá Gastrô, em Botafogo, é o mais novo membro da equipe.<br />
Conheça um pouco mais do perfil dele:</p>

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<p>Pedro Criança, passava os dias na padaria da família, a Oficina do Pão, criando bonequinhos com os miolos que eram descartados. Aos 16, fazia tortas deliciosas para vender – pura diversão!  Nesta idade, já cozinhava maravilhosamente bem.  Junto com os pais passava os domingos à beira do fogão preparando o almoço em família. Numa dessas domingueiras – que varavam a tarde –, fazendo um bacalhau, seu destino foi traçado.  Ele não esquece.  Era o ano de 1998, tinha 17 anos e às vésperas de fazer vestibular. O aluno, até então bissexto nas escolas, ainda não sabia o que fazer da vida.  Foi quando sua mãe sugeriu: vai ser cozinheiro, filho!  Mãe sabe tudo. Hoje é um dos mais badalados chefs do Rio.  Aos 34 anos, Pedro de Artagão já imprimiu seu nome na história da alta gastronomia carioca. Com seus pratos criativos, cheios de personalidade e, claro, deliciosos, reergueu o sofisticado Laguiole e agora está à frente do seu próprio negócio, o Irajá Gastrô, fenômeno de sucesso no circuito de restaurantes do Rio.</p>
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<p>Mas isso é o final de uma história feliz – cheias de altos e baixos, como devem ser todas as boas histórias. Artagão é um autodidata. Cursou hotelaria porque, na época, não havia faculdade de gastronomia. Correu atrás dos seus sonhos com a cara e a coragem.  Onde tinha um chef estrelado ele estava por perto – “mesmo que como ajudante do ajudante”, ri. Aos 20 anos já tinha passado pelas cozinhas de José Hugo Celidônio, Flávia Quaresma,  eRoland Vilard.  Em 2002, a sorte bateu à porta: foi convidado por uma família importante do Rio para fazer um jantar. No menu, entre outras comidinhas, salada de camarão com maçã verde, e mil folhas de nutela, sucesso total. “As pessoas que estavam presentes começaram a me chamar para cozinhar na casa delas. Passei a ganhar superbem e fiquei fazendo só isso durante um bom tempo”, conta.</p>
<p>Naquela época, Pedro era um jovem e irrequieto chef, ávido por novas experiências. Resolveu largar o negócio próprio. “Queria muito mais, poder comandar um restaurante, participar da sua gestão”, lembra. Foi pilotar a cozinha do Cordato, recém-aberto no Hotel Transamérica, na Barra. “De ‘cozinheiro Tabajara’, me transformei, de uma hora para outra, em chef executivo comandando 40 funcionários”, conta. Ali, em 2003, criou seu famoso picadinho à carioca. Na verdade, um risoto, coroado por palitos de banana à milanesa e salpicado com farofa. Escondido, um delicioso ovo pochê, cuja gema se revela como uma surpresa, ao menor toque do garfo.</p>
<p>Pedro se saiu muito bem à frente do Cordato, mas sonhava em voltar para a Zona Sul. Animado por um convite para fazer um programa de TV, deixou o restô da Barra. O projeto não deu certo e ele ficou dois anos desempregado. “Não pintava nada, desespero total. Mas continuei cozinhando em casa, testando novos pratos, mesmo que não tivesse ninguém para comer”, lembra. Foi quando surgiu o convite para assumir a cozinha do Laguiole, sofisticado restaurante carioca que passava por um longo período de entressafra. Em pouco tempo, Pedro conseguiu reformular o cardápio da casa, imprimindo uma nova linguagem, mais moderna e, como sempre, muito autoral. Exemplo disso é a saladinha caprese que criou naquela época, que chega à mesa em forma de suco de tomate onde flutuam uma excelente burrata, torradinhas de alho e folhas de manjericão. Ou o inesquecível &#8220;ragout de camarões&#8221; flambados em grappa e cobertos com palha de alho poró. Elogiadíssimos, chef e restaurante voltaram a estampar as páginas dos principais jornais e revistas especializadas do país.</p>
<p>Dali para assumir o próprio restaurante foi um pulo. Desde o final do ano passado, o chef Pedro de Artagão está à frente do Irajá Gastrô, em Botafogo, junto com dois sócios. Um novo conceito de gastronomia. Ele explica: “queria mostrar que é possível servir alta gastronomia num ambiente descontraído e sem cobrar preços exorbitantes”. Deu certo. O restaurante com cara de casa da gente tem cozinha aparente – onde é possível ver os cozinheiros em ação – lounge com móveis de brechó e um salão com direito a um belo jardim suspenso ao fundo. Projeto do badalado arquiteto Maurício Nóbrega. “A ideia é fazer com que as pessoas se sintam à vontade, como se eu tivesse recebendo amigos em casa, que podem escolher desde um polvo confit a um simples hambúrguer com fritas”, diz o chef, citando dois hits da nova casa. Pratos que já transformaram o restô de Artagão, no mais novo sucesso do circuito gastronômico carioca, com gente voltando da porta todos os dias. Quem disse mesmo que a história acaba aqui? “Que nada! Estou só começando. Ainda vou abrir outros negócios do top do Irajá!”, ri Artagão.</p>
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